Nestes últimos meses, confesso que minha alma tem vivido um silêncio incômodo, muito mais acentuado do que tantos outros já vividos. Quando digo silêncio, não me refiro ao silêncio causado por falta de palavras, mas sim, a um silêncio que é, de certa forma, indescritível. Ou melhor: possivelmente, por mais que eu tente encontrar como descrevê-lo, dificilmente eu conseguiria fazer alguém entender o que ele representa pra mim, hoje.
Pois bem, há alguns meses, venho somando experiências que, se de um lado me permitem a evolução espiritual que tanto quero e preciso, do outro, infelizmente, pratica, cada vez mais, o egoísmo, a vaidade, a prepotência, o orgulho, a mentira, a imaturidade!
Não sei até quando, mas hoje sigo permitindo que isso aconteça!
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