Que fique bem claro, AMOR não acaba.
O que chega ao fim é a Ânsia de Amar.
Perde o brilho. Perde a esperança.
Então, perde-se tudo meio ao tempo!
domingo, 25 de dezembro de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Sonho
Noite passada sonhei com você, mais uma vez.
Foi tudo tão real, tão simples, tão prático.. tão verdadeiro, tão racional... ao contrário de tudo o que vivemos, né? Alias, contrário de tudo o que tentamos, de alguma maneira viver.
Foi um sonho simples. Uma situação cotidiana, família... mas meu coração transbordava de amor, de felicidade pelo simples motivo de ter você ali, do meu lado. Foi como se eu sonhasse, dentro de um sonho... algo nesse sentido. Não saberia transcrever tudo o que sonhei Só queria te dizer uma coisa, Obrigada por me nutrir, mesmo que em sonhos, mesmo que inconscientemente.
Foi tudo tão real, tão simples, tão prático.. tão verdadeiro, tão racional... ao contrário de tudo o que vivemos, né? Alias, contrário de tudo o que tentamos, de alguma maneira viver.
Foi um sonho simples. Uma situação cotidiana, família... mas meu coração transbordava de amor, de felicidade pelo simples motivo de ter você ali, do meu lado. Foi como se eu sonhasse, dentro de um sonho... algo nesse sentido. Não saberia transcrever tudo o que sonhei Só queria te dizer uma coisa, Obrigada por me nutrir, mesmo que em sonhos, mesmo que inconscientemente.
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Só eu sei o que sinto, o quanto sinto e o quanto dói sentir. Carrego esse sentimento aqui dentro a mais de dois anos. Tive tempo suficiente pra me livrar dele, mas o único retorno que tenho são provas do quanto este sentimento me possui, a cada dia que passa.
Estou sem forças pra me livrar,
ou este sentimento é forte demais.
Estou sem forças pra me livrar,
ou este sentimento é forte demais.
Confissões
Meu coração dispara quando ouço sua voz, mesmo que seja em uma gravação, ou então, vejo seu olhar, mesmo que estampado em uma foto. O que sinto é um misto de angústia, medo, amor, saudade, desespero, enfim, uma necessidade... um vazio que me preenche. Com algo que nunca existiu.
Confesso a você, ainda que seja muito dolorido, que me incomode permanentemente, MEU AMOR POR VOCÊ NÃO PASSA.
Confesso a você, ainda que seja muito dolorido, que me incomode permanentemente, MEU AMOR POR VOCÊ NÃO PASSA.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Caio Fernando Abreu
Sinto você, Caio, como telespectador assíduo dos meus sentimentos. Telespectador fiél, daquele que não perde um capítulo da minha vida, principalmente das minha dores.
Confesso que leio seus textos, enxergo neles a minha vida e tomo posse. A facilidade em assimilar as dores, é plena. Isso me surpreende e me acalma. Me alivía!
Confesso que leio seus textos, enxergo neles a minha vida e tomo posse. A facilidade em assimilar as dores, é plena. Isso me surpreende e me acalma. Me alivía!
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" Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços. Trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões. " (Caio Fernando Abreu)
quinta-feira, 30 de junho de 2011
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“Não te tocar, não pedir um abraço, não pedir ajuda, não dizer que estou ferido, que quase morri, não dizer nada, fechar os olhos, ouvir o barulho do mar, fingindo dormir, que tudo está bem, os hematomas no plexo solar, o coração rasgado, tudo bem” (Caio Fernando Abreu, em: Pedras de Calcutá)
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"Entre aquele quando e aquele depois, não havia nada mais na minha cabeça nem na minha vida além do espaço em branco deixado pela ausência dela." (Caio Fernando Abreu, em: Os Dragões não conhecem o Paraíso).
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"Quero, um dia, não me importar com elas, nem com o que possam pensar ou dizer, nem com qualquer outra pessoa. Ah, como eu queria ser eu mesmo, por um dia, uma hora que fosse. Mais como é difícil, meu Deus, como é difícil." (Caio Fernando Abreu, em: Limite Branco).
Andanças
Nessas idas e vindas, lembranças e saudades, me deparei com Caio Fernando Abreu! Ó, que maravilha.
Ando me confortando "nele".
Ando me confortando "nele".
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Dor de saudade
Saudades dos momentos bons e ruins. Saudades de conversas sem pé nem cabeça, saudades de discussões. Saudades de “passeios”, da vida nada parecida, de um sorriso, da cara de ódio, quando mesmo sem querer se irritava.
Saudades de um amor intenso, único e todo errado, das manhãs, tardes, noites e madrugadas. Saudades de um ciúme com fundamento e dos sem fundamento também.
Saudades de medos e da maneira que cuidava deles. Saudades da maneira como se preocupava comigo, saudades das fraquezas, que sempre me deram forças para ser forte.
Saudades de vidas tão iguais e tão desiguais. Saudades de quando aparecia do nada e me faziam sorrir pelo simples fato de estar ali. Saudades de um amor intenso.
Saudades de planos, de sonhos impossíveis que tentaram juntos construir. Saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Telefonemas antes de dormir, palavras doces, palavras duras e a vontade de ser o outro, de ser do outro. Saudades das músicas que até hoje toca para fazer sentir ainda mais saudades.
Saudades de tudo o que viveram e do que não conseguiram viver. Saudades da maneira de não saber amar que fazia sentir-se a pessoa mais amada do mundo. Saudades da dependência um do outro, da forma de esquecer o mundo quando estavam juntos. Da maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples.
Saudade de pertencer a alguém inteiramente, fazendo parte da vida desse alguem, saber que estava fazendo e com quem estava a fazer. Saudade de uma história, a mais estranha que alguém já vivi. Saudades do que contavam um para o outro, dos segredos que esconderam. Saudades do aniversário. Saudades do “tempo” nosso. Saudades de um namoro escondido, onde só existiam dois. Saudades de um amor, de juras, de promessas, de encontros e de desencontros.
Saudades de uma amizade, da força e de confiança em mim, em ambos. Saudades de uma voz, de um carinho, de uma paixão, de um desejo, de loucuras, de inteligência, de talento.
Saudades de quando éramos um só!
Saudades de um amor intenso, único e todo errado, das manhãs, tardes, noites e madrugadas. Saudades de um ciúme com fundamento e dos sem fundamento também.
Saudades de medos e da maneira que cuidava deles. Saudades da maneira como se preocupava comigo, saudades das fraquezas, que sempre me deram forças para ser forte.
Saudades de vidas tão iguais e tão desiguais. Saudades de quando aparecia do nada e me faziam sorrir pelo simples fato de estar ali. Saudades de um amor intenso.
Saudades de planos, de sonhos impossíveis que tentaram juntos construir. Saudades de tudo que se realizou e de tudo que não se realizou. Telefonemas antes de dormir, palavras doces, palavras duras e a vontade de ser o outro, de ser do outro. Saudades das músicas que até hoje toca para fazer sentir ainda mais saudades.
Saudades de tudo o que viveram e do que não conseguiram viver. Saudades da maneira de não saber amar que fazia sentir-se a pessoa mais amada do mundo. Saudades da dependência um do outro, da forma de esquecer o mundo quando estavam juntos. Da maneira simples de ver a vida. Vida que não foi nada simples.
Saudade de pertencer a alguém inteiramente, fazendo parte da vida desse alguem, saber que estava fazendo e com quem estava a fazer. Saudade de uma história, a mais estranha que alguém já vivi. Saudades do que contavam um para o outro, dos segredos que esconderam. Saudades do aniversário. Saudades do “tempo” nosso. Saudades de um namoro escondido, onde só existiam dois. Saudades de um amor, de juras, de promessas, de encontros e de desencontros.
Saudades de uma amizade, da força e de confiança em mim, em ambos. Saudades de uma voz, de um carinho, de uma paixão, de um desejo, de loucuras, de inteligência, de talento.
Saudades de quando éramos um só!
Silêncio de minha'alma
Nestes últimos meses, confesso que minha alma tem vivido um silêncio incômodo, muito mais acentuado do que tantos outros já vividos. Quando digo silêncio, não me refiro ao silêncio causado por falta de palavras, mas sim, a um silêncio que é, de certa forma, indescritível. Ou melhor: possivelmente, por mais que eu tente encontrar como descrevê-lo, dificilmente eu conseguiria fazer alguém entender o que ele representa pra mim, hoje.
Pois bem, há alguns meses, venho somando experiências que, se de um lado me permitem a evolução espiritual que tanto quero e preciso, do outro, infelizmente, pratica, cada vez mais, o egoísmo, a vaidade, a prepotência, o orgulho, a mentira, a imaturidade!
Não sei até quando, mas hoje sigo permitindo que isso aconteça!
Pois bem, há alguns meses, venho somando experiências que, se de um lado me permitem a evolução espiritual que tanto quero e preciso, do outro, infelizmente, pratica, cada vez mais, o egoísmo, a vaidade, a prepotência, o orgulho, a mentira, a imaturidade!
Não sei até quando, mas hoje sigo permitindo que isso aconteça!
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