quinta-feira, 30 de junho de 2011
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“Não te tocar, não pedir um abraço, não pedir ajuda, não dizer que estou ferido, que quase morri, não dizer nada, fechar os olhos, ouvir o barulho do mar, fingindo dormir, que tudo está bem, os hematomas no plexo solar, o coração rasgado, tudo bem” (Caio Fernando Abreu, em: Pedras de Calcutá)
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"Entre aquele quando e aquele depois, não havia nada mais na minha cabeça nem na minha vida além do espaço em branco deixado pela ausência dela." (Caio Fernando Abreu, em: Os Dragões não conhecem o Paraíso).
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"Quero, um dia, não me importar com elas, nem com o que possam pensar ou dizer, nem com qualquer outra pessoa. Ah, como eu queria ser eu mesmo, por um dia, uma hora que fosse. Mais como é difícil, meu Deus, como é difícil." (Caio Fernando Abreu, em: Limite Branco).
Andanças
Nessas idas e vindas, lembranças e saudades, me deparei com Caio Fernando Abreu! Ó, que maravilha.
Ando me confortando "nele".
Ando me confortando "nele".
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